terça-feira, 26 de abril de 2011

Testemunho de Brinco, vocalista da Banda Odre

 Além de ser vocalista da banda Odre, Brinco também ministra seu testemunho nas igrejas, esclarece o que há por trás das tatuagens e piercings, ministra Palavras sobre Compromisso, Côrte (namoro em santidade), trazendo não só evangelismo, mas também edificação para o corpo de Cristo.



segunda-feira, 25 de abril de 2011

Quem é você na multidão?

 
 Foi-se o tempo em que a religião era valorizada não apenas por sua história, mas, principalmente, por defender valores morais e éticos. O que vivemos hoje deixaria muitos dos “heróis da fé” constrangidos ou até mesmo envergonhados. Será que tantas lutas pela liberdade religiosa têm sido em vão?

segunda-feira, 18 de abril de 2011

As duas pessoas que poderiam condenar a mulher em adultério

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João 8:3-11
"Os escribas e fariseus trouxeram à sua presença uma mulher surpreendida em adultério e, fazendo-a ficar de pé no meio de todos, disseram a Jesus: Mestre, esta mulher foi apanhada em flagrante adultério. E na lei nos mandou Moisés que tais mulheres sejam apedrejadas; tu, pois, que dizes? Isto diziam eles tentando-o, para terem de que o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, escrevia na terra com o dedo. Como insistissem na pergunta, Jesus se levantou e lhes disse: Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra. E, tornando a inclinar-se, continuou a escrever no chão. Mas, ouvindo eles esta resposta e acusados pela própria consciência, foram-se retirando um por um, a começar pelos mais velhos até aos últimos, ficando só Jesus e a mulher no meio onde estava. Erguendo-se Jesus e não vendo a ninguém mais além da mulher, perguntou-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? Respondeu ela: Ninguém, Senhor! Então, lhe disse Jesus: Nem eu tampouco te condeno; vai e não peques mais."

Os fariseus não estavam preocupados em diminuir os casos de adultério em Israel. Queriam "pegar" Jesus. E, para isso, não tiveram escrúpulo em usar um ser humano, expondo ao público, o que deveria ser tratado, primeiro, em privado.
Observavam Jesus, já há algum tempo, sabiam que ele não ordenaria uma execução.
Esperavam que ele, simplesmente, se negasse a cumprir a lei e, pronto, teriam como acusá-lo de descaso e de desrespeito à lei.
Bom é que se diga que a lei não funcionava assim. E estava faltando o parceiro.
Jesus os surpreendeu!
É como se Jesus tivesse dito: Ok! Quem não tiver pecado digno de morte, que mate a moça.
Sim, porque não seriam constrangidos senão por pecados tão graves quanto o pecado da moça.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

terça-feira, 12 de abril de 2011

O Mover De Deus? por David Wilkerson

A mentira

 Eu fico pasma como vejo que a mentira se tornou verdade para muitos. Já ouvi que falar a verdade sempre, não é inteligente! Tem gente, que a mentira já faz parte de sua vida, mente simplesmente pelo prazer de mentir, porque dá trabalho falar a verdade.
 Na realidade as pessoas não querem se despir, e é mais cômodo falar o que é conveniente ao seu ouvinte, isso tem me preocupado muito, pois como acreditar nas pessoas? Se hoje tudo não passa de uma grande história inventada, mentem pra não magoar, mentem para usufruir o seu desejo, mentem porque dói falar a verdade, mentem para não perder, mentem para conseguir, mentem porque mentem... ( fatores que se baseiam a mentira)
Dizia um amigo meu, a mentira falada três vezes se torna uma verdade, verdade essa que nos confundem, que nos magoam, sem saber se é a verdade.
 Em minha humilde opinião a verdade constrói e a mentira destrói; as pessoas não percebem que uma mentira puxa outra e mais outra e aí se perdem dentro da mentira.
Gostaria de um mundo mais sincero, sem nos preocuparmos em análise se é verdade ou não o que a pessoa diz.

A beleza que põe mesa

"A beleza de você deve estar no coração, pois ela não se perde; ela é a beleza de um espírito calmo e delicado, que tem muito valor para Deus." (1 Pedro. 3: 4)

Ao folhear uma revista, pular de um canal para outro, navegar pela Internet, somos, implacavelmente, alvejados por imagens de belos rostos e corpos cada vez mais magros e "sarados", pois essa sociedade hedonista tem como uma de suas bandeiras que "a beleza põe mesa". Contudo, o que Deus nos fala através de sua Palavra é que a beleza verdadeira está no coração de cada um de nós. Ela não é um padrão criado por algumas poucas pessoas. 

A beleza verdadeira se mostra no amor ao próximo, no engajamento correto em causas que valem à pena, na educação no trânsito, em casa e em todos os lugares aonde possamos ir, na coragem, na honra, na palavra (fio do bigode) dada a alguém. Enfim, essa é a beleza que não se perde, porque ela repercutirá na eternidade através das palavras doces e suaves do nosso amado Pai: "Servo bom e fiel, sobre o pouco fostes fiel, sobre o muito te colocarei, entra no gozo do seu Senhor". 

A beleza plástica e superficial ficará, morrerá ou será suplantada por outro tipo qualquer de padrão de beleza e o seu fim é de tristeza, opressão e morte.

O nosso amado Deus é belo e ama a beleza. Mas, assim como a sua paz e o seu amor, a sua beleza é de outro tipo. Ela sempre pôs e sempre porá à mesa.

Liberte-se da ditadura da falsa beleza e apegue-se à que vem de dentro para fora. Ela não rotula, não divide, não discrimina. Ela jamais dirá: "As feias que me perdoem, mas beleza é fundamental."

Deus diz para que todos nós sejamos belos na alma, em nossas ações e em nossas intenções, fora isto, nada é belo.



Autor: Tom Alvim.
Imagem: Stock.xchng
 

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Zac Smith: A história continua

Continuação do video: Se Deus cura ele é bom, se Deus não cura ele é?

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Nossa tarefa é simples?

 http://solomon1.com/wp-content/uploads/2011/03/john1.jpg

Nossa tarefa, como crentes, não é controlar o governo e a educação. Nossa tarefa é falar a verdade de Deus em cada nível. Se mudamos ou não as pessoas ou as leis, esta não é a nossa responsabilidade. Nossa responsabilidade é falarmos com ousadia e clareza o que Deus falaria.

Não emudeça devido ao comentário de que você não pode impor sua religião ou moralidade aos outros. Você não está impondo; está recomendando-as à consideração séria. Declarar e persuadir não é impor. Recomendar não é coerção. O fato é este: as idéias que as pessoas têm a respeito do que deve ser feito é norteada por algum tipo de compromisso prévio. Os secularistas, assim como os crentes, têm uma visão de mundo que norteia as suas opiniões. Toda sugestão política está fundamentada em uma visão de como as coisas deveriam ser.

O Som da Tentativa


C. S. Lewis escreveu certa vez que “Parece que Deus não faz por Ele mesmo nada que Ele pudesse delegar às Suas criaturas. Ele nos ordena a fazer devagar e desajeitadamente aquilo que Ele poderia fazer perfeitamente num piscar de olhos”. Não existe ilustração maior desse princípio do que a Igreja de Jesus Cristo, à qual o Senhor delegou a tarefa de encarnar a Presença do próprio Deus no mundo. Todos os nossos esforços são exemplos dessa delegação divina.
Todo pai e mãe conhecem um pouco o risco de delegar, com sua alegria e sofrimento. A criança que toma seus primeiros passos segura, solta a mão, em seguida cai, depois luta para levantar-se outra vez. Ninguém descobriu outra maneira de aprender a andar.
Sim, a igreja falha em sua missão e comete erros exatamente porque é composta de seres humanos que sempre carecem da glória de Deus. É o risco que Deus correu. Aquele que vai à Igreja esperando encontrar perfeição não entende a natureza desse risco nem a natureza da humanidade. Assim como todo romântico acaba aprendendo que o casamento é início, não o fim, da luta por fazer o amor funcionar, todo cristão precisa aprender que a Igreja é apenas um começo.
Certa vez o compositor Igor Stravinski escreveu uma nova peça musical que continha um trecho muito difícil para violino. Depois de diversas semanas de ensaio o violinista solista procurou Stravinski e disse que não conseguia tocar. Tinha se esforçado ao máximo, mas era um trecho difícil demais, até mesmo impossível de se tocar. Stravinski respondeu. “Eu entendo isso. Mas o que procuro é o som de alguém que esteja tentando tocá-lo”. Quem sabe algo semelhante é o que Deus tinha em mente com a Igreja.
Embora, talvez, nunca alcancemos o que o compositor tinha em mente, não existe outra maneira de se ouvir esses sons sobre a terra. Assim como, longe da perfeição, a Igreja (Corpo) ainda é a única forma pela qual as pessoas ouvirão a mensagem da cruz.

Philip Yancey
(Trecho extraído do livro “IGREJA: POR QUE ME IMPORTAR?”)



Comunhão, isso ainda existe?


“Aprendemos a voar como os pássaros e a nadar como os peixes. Mas não aprendemos a simples arte de vivermos juntos como irmãos.” M. Luther King
A experiência comunitária nos faz exercitar a fé e o amor, colocando-os a prova o tempo todo. O próprio Cristo falou muito sobre isso e nos deu inúmeros exemplos de como vivermos em comunhão.
Mas porque falamos tanto em comunhão? É simples. Porque só por ela e através dela, aprendemos a lidar com as diferenças entre nós. E isso vai muito além do relacionamento que você tem com seus colegas do trabalho ou da escola. Trata-se de ter comunhão com alguém, não de ter que suportar alguém.
Ninguém vai a um estádio de futebol com a camisa do seu time do coração para sentar-se no meio da torcida adversária. Aquele não é o seu espaço, ele não faz parte daquele grupo. Mas... e na igreja? Aquelas pessoas que não fazem parte do “nosso grupo”, da nossa linha de raciocínio, elas têm encontrado espaço em nosso meio ou são vistas como um estranho?
Nunca antes na história as pessoas necessitaram tanto se sentir em família, e até de certa forma acolhidas, como hoje. Isso é resultado de uma vida acelerada e desprendida de valores para a qual a humanidade caminha a passos bem largos.
É aí que se encontra (ou pelo menos deveria se encontrar) o diferencial da Igreja de Cristo. Assim como Ele, nós também devemos readquirir o hábito da aceitação, da cordialidade; readquirir a cultura de se preocupar com o próximo como se estivesse em sua pele. Afinal, não foi isso que Deus fez? Mandou o Seu filho sofrer na própria carne as nossas dores. E não há maior exemplo de comunhão do que este: sentir a dor do outro!
Kênia Siqueira